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Agora referência do Atlético, Marcos Rocha não prioriza interesse europeu

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Dono absoluto da lateral direita do Atlético-MG há quase quatro anos, Marcos Rocha nunca escondeu o desejo de atuar por alguma equipe europeia. Eleito o melhor jogador da posição por três temporadas consecutivas, o lateral atleticano é, ao lado do zagueiro Jemerson, um dos mais assediados nesta janela de transferências.

Porto, Napoli e até Manchester United foram alguns dos clubes especulados. No entanto, Marcos Rocha garante que nada chegou ainda. Nem para ele e nem para o clube. Enquanto isso não acontece, ele segue o trabalho firme na Cidade do Galo, para realizar o grande sonho que tem com a camisa atleticana: vencer o Campeonato Brasileiro.

Depois de bater na trave em 2012, com o vice-campeonato, o lateral lembra que a quebra de um jejum de mais de 40 anos pode ser em 2015. Por enquanto, tudo tem acontecido como planejado pelo Atlético, que é o líder da competição desde a 11ª rodada. Mas para continuar na ponta, é preciso pontuar contra o Goiás, neste domingo, no Serra Dourada.

“Temos nossos objetivos traçados para este ano, melhoramos o nosso rendimento fora de casa. Vai ser um jogo difícil, às 16h. Mas estamos preparados para fazer um bom jogo lá”.

E é justamente essa chance de conquistar mais um título pelo Atlético que pode pesar numa eventual proposta. Com o time na liderança e o elenco focado em buscar a conquista que não vem desde 1971, Marcos Rocha adiante que somente uma grande proposta financeira vai ser capaz de tirá-lo da Cidade do Galo antes de dezembro.

“Pesa. Pesa a decisão de ir e pesa na decisão de ficar. Falando por mim, pesa bastante a questão financeira para jogar fora do país. Sobre o Napoli, fiquei sabendo pela imprensa. Sondagens aconteceram bastante, mas nada concreto. Estou satisfeito aqui no Atlético nesses três últimos anos, com títulos. A partir do momento que chegar uma proposta do Atlético, se for bom para o clube e para mim, temos que sentar e resolver. Mas não chegou nada e não tem como falar em saída”.

São 195 partidas pela equipe profissional do Atlético. Várias conquistas, como Libertadores, Recopa e Copa do Brasil, que até renderam uma tatuagem. Outro ponto que faz muita diferença para Marcos Rocha, que não vai trocar uma situação segura dentro do Atlético por uma aventura na Europa.

“Fico bastante feliz por ter essas experiências desde 2009, essas idas e vindas (empréstimos). Sempre tive a cabeça no lugar, sempre tive o objetivo de mostrar que eu tinha condições de vestir a camisa do Atlético. Também queria mostrar para a torcida essa condição e tudo me deu força. Hoje me sinto uma referência dentro do Atlético, principalmente para os garotos que estão subindo. Então fico bastante contente por ser um remanescente e por ter conseguido títulos”.


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