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Léa Campos: Emoções à Flor da Pele

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Grupo Vico e Lea

lea_camposAs palavras não são suficientes para definir o que vivì em Porto Alegre. Desde o momento de minha chegada em Porto Alegre, apesar de duas horas de atraso, devido ao cancelamento  de meu voo de Belo Horizonte para São Paulo e posteriormente para a capital dos gaúchos, onde me esperavam além de alunos e professores de Educação Física e de Jornalismo, estavam me esperando várias autoridades locais. Me sentia realmente importante. Não pude nem mesmo ir ao hotel, do aeroporto fomos direto para a faculdade de Educação Física e Esportes, onde me encontrei com um amigo que não via há 43 anos, Olavo dos Santos, eminente jurista do Rio Grande do Sul, chamado carinhosamente de Vico pelos amigos, e que foi o responsável por me fazer
pioneira na arbitragem de Praia, quando me levou para apitar o GreNal de
praia,que foi realizado durante 10 anos, as duas equipes eram formadas por
jogadores veteranos de ambas as equipes e empresários envolvidos no esporte,
principalmente no futebol.
Minha palestra girou em torno de minha trajetória como primeira Árbitra de Futebol Profissional FIFA do mundo,minha luta e os empecilhos impostos para me fazerem desistir de minha meta.
Alunos de vários países curiosos  por saberem sobre meu interesse pelo futebol e como cheguei a ser árbitra, sendo o Brasil um país tão machista. Aos poucos fui falando sobre minha luta e a vitória obtida depois de 4 anos brigando por um direito que adquiri ao fazer o curso de árbitros na F.M.F, e que se negavam a outogar-me o diploma de conclusão do curso.
Vico falou maravilhas sobre minha pessoa, o que me deixou bastante emocionada, porque não é todos os dias que temos a oportundade de ouvir alguém falar tão bonito sobre tudo o que fizemos e representamos, tanto no pessoal como no cenário esportivo brasileiro e mundial. Fui ao Hotel descansar um pouco, pois a maratona retomaria seu turno à noite, dessa feita na Escola de Jornalismo da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul.
Os futuros jornalistas, com curiosidades próprias da profissão, me peguntaram sobre as várias nuances que envolvem o jornalismo. Aos poucos pude   saciar a curiosidade e as inquietudes de cada um, deixando plamados meus conhecimentos sobre esta profissão que tanto me fascina e me realiza.
À noite fui homenageada com um jantar numa churrascaria onde pude tomar o
chimarrão que tanto gosto. As emoções existem para serem vividas e eu as vivi com a intenssidade que a mesma merece.

Informar é um privilégio, informar corretamente uma obrigação.
Léa Campos


Social Press . 04/06/2015

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