
Depois de ter sido beneficiada com a anulação de um “frango” ao estilo equatoriano, por um árbitro que supostamente não viu que a bola realmente entrou no gol de nossa seleção, chegou a vez de pagar a conta com um gol de mão contra o Peru. Foi a mão de Deus emprestada por Maradona à seleção inca.
O Brasil saiu pior do que entrou, a única coisa que fez foi golear a fraca seleção do Haiti, por 7×1.
Estamos amargando a dúvida de quiçá não participar da 21ª edição da competição futebolística mais importante do mundo.
Um mal planejamento desde o início, que está nos expondo a todo tipo de gozação por parte de outros participantes, inclusive jornalistas de todos os cantos do mundo.
Uma parte da imprensa ainda crê em nossa seleção, com uma frase pronta: “Brasil é Brasil”.
Estamos pagando pelos erros de quem usa o esporte para enriquecer, corrompidos pela falsa glória, a “Copa das Copas” nos trouxe o maior vexame que nosso futebol poderia ter.
Estrelas sem brilho, falseando contusões para se livrarem daquele que sem dúvida foi o jogo mais importante e difícil de nossa seleção.
Apesar do resultado, temos que agradecer à Alemanha por nos ter livrado de um encontro com os argentinos, que certamente nos imporiam outro “Maracanaço”.
Agora, a Copa América Centenário, rompeu mais um sonho de sermos campeões de uma competição que comemora seu primeiro centenário.
Como se não bastasse o vexame de nossa seleção em campo, ainda temos que ver um árbitro fazer tudo que não faz parte da cartilha de um bom árbitro de futebol.
Todo árbitro quer apitar a final de uma competição internacional, é o sonho de consumo de todos.
Alguns deixam em alto o nome de seus países, outros os colocam no chão, e foi exatamente o que ocorreu com o brasileiro que soprou apito no jogo entre Argentina e Chile.
Héber Roberto Lopes, conseguiu o impossível neste jogo: desagradar às duas seleções.
Todos sabemos que Héber é polêmico e se sente feliz em expulsar jogadores.
Neste jogo em especial ele fez até o impossível para ser o protagonista do encontro, não expulsou Messi por ser um jogador comedido dentro do campo, porque se fosse um jogador agressivo teria sido expulso também.
Bastou 45 minutos para Héber desagradar a gregos e troianos, logo aos 27 minutos do tempo inicial ele expulsou um chileno, num lance onde Messi trombou com Marcelo Diaz e caiu, como já havia recebido um amarelo, ao receber o segundo, foi expulso.
Mas ele não estava satisfeito e aos 41 minutos atuou com o que a imprensa classificou como compensação, quando o atleta Marcos Rojo, argentino, deu um carrinho em Arturo Vidal, chileno, o que ocasionou a expulsão de Marcos, diretamente sem haver um amarelo prévio.
É bem verdade que o uso do cartão pode ser suprimido, quando a falta colocou em risco a integridade do agredido, mas este não foi o caso.
Enfim nossa participação na Copa Centenário foi um fracasso total, primeiro a seleção, depois o árbitro.
A partir daí Héber recebeu todo tipo de críticas e reclamações dos dois lados. Em um jogo onde sobraram craques, ele se tornou o protagonista maior.
Informar é um privilégio, informar corretamente uma obrigação.
Léa Campos















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