A CBF reclama da falta de adversários “FORTES” para jogar com a seleção brasileira. Para quê? Para um vexame maior do que aquele que tivemos frente ao Panamá?
Quando nossa seleção era referência por seus bons resultados, por títulos e principalmente por bons jogadores, que vestiam a camisa amarela para vencer o encontro e não para se exibir, jogavam com garra sem firula.
As outras seleções conheceram no Mundial 2018 a verdadeira seleção brasileira: sem garra, sem luta, sem entusiasmo, o que nos tira a chance de conseguir adversários.
Aproveito esta crônica para agradecer à Alemanha por se recusar jogar, se valendo título meteram 7 sem valer nada, o placar eletrônico entraria em pânico.
Temos que ser realistas, esses jogadores que aí estão, não aportarão nada à nossa seleção. Se não houver uma renovação séria, sem bajular alguns, sem querer que o nome apenas jogue, continuaremos sendo a vergonha do mundo futebolístico.
Os nomes que punham respeitos jogavam com garra, queriam vencer, o que não ocorre atualmente. A seleção panamenha jogou seu primeiro mundial na Rússia e não conseguiu nada. Foram três jogos apenas, mas foi uma grande vitória estar entre os grandes.
A trajetória panamenha em 2018: perdeu para a Bélgica pelo placar de 3×0 em sua estreia, levou uma goleada maior da Inglaterra, quando foi derrotada por 6×0, seu único gol no mundial foi frente à Tunisia quando perdeu por 2×1.
Panamá se prepara para a Copa América Brasil 2019 e enfrentará Portugal. A seleção caribenha, apesar de pequena tem melhores adversários. Espero que o Brasil não nos imponha outra vergonha como 2014.
O empate contra o Panamá, pode ser um alerta importante para o técnico, dirigentes e jogadores brasileiros. Não se pode menosprezar uma seleção por não ter um grande recorde, afinal são 11 contra 11 e cada um está buscando a vitória.
Nenhum time tem a vitória garantida, essa é construída nos 90 minutos ou mais, de jogo, por isso o respeito deve atuar como décimo segundo jogador.
Informar é um privilégio, informar corretamente uma obrigação.
Léa Campos















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