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Léa Campos: Diga Sim ao Esporte e Não às Drogas

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Ao tomar conhecimento dessa situação, sinto vontade de parar minha luta pelo futebol feminino. Me exponho, busco entusiasmar as mais jovens dizendo que o esporte é o melhor que podemos fazer principalmente apregoo que o futebol, como outros esportes, pode evitar que nossa futura geração se entregue aos vícios, Mas ao ler uma notícia como a que vou comentar nesta crônica, vejo que não basta querer é preciso saber que o futuro está nas mãos dos jovens.

Paula Vicenzo, que jogou no Santos, com passagem pela nossa Seleção Brasileira e chegou a jogar nos Estados Unidos, atualmente fazia  parte do elenco do Cruzeiro e era tida como uma das melhores jogadoras em Minas Gerais. Apesar de seu passado de glórias, ela quis mostrar o lado negro dela: a droga. Com a camisa celeste ela marcou 3 gols para o Cruzeiro no Campeonato Brasileiro Feminino A2.

Dia 22 de maio ela deu positivo no teste antidoping, no encontro contra o Pinheirense – PA, jogo realizado em Belo Horizonte pelo Campeonato Brasileiro A2. Nem mesmo o fato de ser considerada a melhor jogadora do clube que ela defendia, foi capaz de parar com o vício. É muito triste ver um caso assim. O Cruzeiro optou por rescindir  o contrato dela, já que a punição dela irá até dezembro quando venceria o compromisso contratual dela com o time mineiro.

Apesar disso a diretoria cruzeirense dará auxilio à atleta, inclusive no âmbito jurídico, durante o andamento do caso. Sinceramente espero que este exemplo não seja seguido pelas meninas que sonham em ser famosas no esporte rei, que o caso não seja esquecido e que seja sempre comentado em palestras por mentores do futebol e técnicos para que nossas futuras atletas  saibam da consequência de atos tão irresponsáveis e que não nos orgulha em nada.

COMO O PRÓPRIO NOME DIZ: A DROGA É UMA DROGA.


Social Press . 18/07/2019

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